Real Madrid vs Athletic Bilbao
No dia 23 de maio de 2026, a histórica rivalidade entre o Real Madrid e o Athletic Club ocupou o centro das atenções num jogo que prometia elevada intensidade e complexidade táctica. Ambas as equipas entraram em campo com tudo por decidir, criando uma atmosfera elétrica desde o apito inicial.
Domínio Inicial e Eficácia Merengue
O encontro começou com um ritmo frenético, e não demorou muito para que o Real Madrid impusesse a sua vontade. Logo aos 12 minutos, a pressão inicial deu frutos quando Daniel Carvajal serviu Gonzalo Garcia, que finalizou com precisão de pé direito para abrir o marcador. O Athletic Club tentou reagir, mas a organização defensiva dos comandados da casa, liderada por um sólido meio-campo, dificultou as transições dos bascos. Jude Bellingham chegou a ver o cartão amarelo aos 20 minutos por uma entrada mais dura, mas o internacional inglês redimiu-se pouco antes do intervalo. Aos 41 minutos, após um cruzamento medido de Thiago Pitarch, Bellingham desferiu um remate de primeira com o pé esquerdo, ampliando a vantagem com um golo de belo efeito.
Resposta Basca e a Resiliência de Madrid
Quando parecia que o Real Madrid levaria uma vantagem confortável para o balneário, o Athletic Club mostrou a sua garra característica. Já nos descontos da primeira parte, aos 45+1 minutos, Inaki Williams assistiu Gorka Guruzeta, que reduziu a diferença com um remate de primeira espetacular. O golo deu nova vida aos visitantes, mas o regresso para o segundo tempo trouxe um Real Madrid novamente faminto. Aos 51 minutos, Alvaro Carreras encontrou Kylian Mbappé fora da área; o astro francês não perdoou e, com um remate colocado de pé direito, bateu o guarda-redes para fazer o terceiro da sua equipa.
Drama do VAR e Final Frenético
A reta final do encontro foi marcada por alterações táticas e uma dose de drama tecnológico. O treinador do Real Madrid oxigenou a equipa com as entradas de Arda Guler, Dani Ceballos e Brahim Diaz. Foi precisamente Brahim Diaz quem voltou a agitar as redes aos 88 minutos, após assistência de Thiago Pitarch. O lance foi inicialmente alvo de análise, mas após a intervenção do VAR, o árbitro confirmou o golo para gáudio dos adeptos locais. Mesmo com o resultado praticamente selado, o Athletic Club não desistiu. Aos 90+1 minutos, Urko Izeta aproveitou um cruzamento de Inaki Williams para cabecear para o fundo das redes, selando o resultado final num jogo onde o Real Madrid deteve 74% da posse de bola.