Motherwell - Celtic
Em um confronto eletrizante pela Premiership escocesa, Motherwell e Celtic protagonizaram um espetáculo de reviravoltas que manteve os adeptos em suspense até o apito final. A partida foi marcada por uma intensidade constante e um desfecho decidido nos detalhes mais dramáticos do tempo de compensação.
Equilíbrio e Resposta no Primeiro Tempo
No dia 13 de maio de 2026, o estádio foi palco de um início de jogo fulminante. O Motherwell abriu o marcador logo aos 17 minutos, quando Elliot Watt aproveitou uma oportunidade clara para colocar os donos da casa em vantagem. A resposta do Celtic não foi imediata, mas a pressão aumentou gradualmente até que, aos 41 minutos, Daizen Maeda encontrou o caminho do golo, empatando a partida pouco antes do intervalo e mudando o ímpeto psicológico para a segunda etapa.
Reviravoltas e Persistência
O segundo tempo começou com o Celtic mais assertivo. Aos 58 minutos, Hyun-Jun Yang serviu Benjamin Nygren com precisão, e o avançado não perdoou, virando o resultado para 2 a 1. O jogo tornou-se mais físico, resultando num cartão amarelo para Maeda. Quando a vitória parecia encaminhada para os visitantes, o Motherwell mostrou resiliência. Aos 81 minutos, Liam Gordon entrou em campo e, apenas quatro minutos depois, aos 85, marcou o golo de empate, levando as bancadas ao delírio com o 2 a 2.
O Drama Final e o Ponto Fatídico
O tempo de compensação foi uma verdadeira montanha-russa de emoções, iniciada com uma série de cartões amarelos para Liam Scales, Sam Nicholson e Emmanuel Longelo. No nono minuto dos descontos, o árbitro assinalou uma grande penalidade a favor do Celtic. O suplente Kelechi Iheanacho, que entrou no decorrer da segunda parte, assumiu a responsabilidade e converteu o penálti aos 90+9', garantindo o triunfo por 3 a 2. Mesmo com a expulsão de emoções e um amarelo para o próprio Iheanacho na celebração, o Celtic segurou os três pontos em um final de partida histórico.