Fluminense - Remo
As luzes da Série A brilharam intensamente em 2026-08-22 para o confronto entre Fluminense e Remo. O que se viu no gramado foi uma batalha de estratégias e resistência, onde o ímpeto ofensivo desafiou a organização defensiva até o último apito.
O Domínio Inicial do Visitante
O jogo começou com alta voltagem e o Remo não demorou a mostrar suas intenções. Logo aos 4 minutos, a agressividade na marcação resultou em um cartão amarelo para Hercules, sinalizando a dureza do embate. A pressão surtiu efeito aos 31 minutos, quando Marcelinho encontrou um espaço crucial na defesa adversária para servir Jaja, que não perdoou e mandou a bola para o fundo das redes, abrindo o placar para os visitantes.
O Fluminense tentou reagir ainda na primeira etapa, mas as interrupções e substituições forçadas, como a entrada de Julio Fidelis no lugar de Samuel Xavier, quebraram o ritmo da equipe da casa. O intervalo chegou com a vantagem mínima para o Remo, deixando a torcida tricolor apreensiva.
A Reação e a Virada Tricolor
No retorno para o segundo tempo, o técnico do Fluminense promoveu mudanças decisivas, colocando Kevin Serna e Nonato em campo. A insistência foi recompensada aos 66 minutos. Em uma jogada de pura técnica, Yeferson Soteldo serviu o astro Hulk, que finalizou com precisão para empatar a partida e incendiar o estádio.
O momento do jogo mudou completamente. Após uma sequência de cartões e substituições de ambos os lados, o brilho final veio do banco de reservas. Aos 83 minutos, poucos instantes após entrar em campo, Riquelme Felipe deu a assistência para Kevin Serna completar a virada histórica. O Remo tentou uma pressão final nos acréscimos, mas o Fluminense segurou o resultado até o apito final aos 95 minutos, garantindo três pontos fundamentais em uma noite de pura emoção.